As analíticas na Energia

173791238O mundo hoje vive, cada vez mais, de informação. Esta é o ouro das organizações. Mas apenas quando é bem trabalhada e disponibilizada em tempo útil. Os meios tecnológicos, a mobilidade, … geram tais quantidades de dados que fica difícil a sua gestão. Não só em termos de armazenamento, mas também de categorização e transformação em informação útil.

Embora esta seja uma situação, que toca todas as indústrias, há algumas em que a necessidade de actuar sobre a informação, atempadamente, é crítica. É o caso das telecomunicações, da banca e das utilities. Veja-se o caso da energia. Num cenário de haver um problema e uma determinada zona ficar sem electricidade, isso afecta milhares de pessoas e negócios. Com consequências que ultrapassam a localização geográfica.

Mas mais do que isso. Com a concorrência a ocorrer a nível mundial, por exemplo, o preço a ser definido por algo que ocorre do outro lado do mundo, há que estar sempre aleta e pronto a agir em conformidade. Nunca a velocidade de reacção foi tão importante como agora. O conseguir reagir e readaptar os preços, e, até por vezes, o negócio…

É aqui que entram as analíticas. São elas que permitem que os decisores tenham acesso à informação que é crucial à tomada de decisão. Melhor ainda se as analíticas forem acompanhadas de ferramentas de visualização de dados, de forma a que a sua interpretação seja facilitada – uma vez que um CEO não tem de ter, necessariamente, conhecimentos técnicos (e normalmente não tem).

Só para se ter uma ideia, na Europa o sector energético tem mais de 510 milhões de clientes. Sendo que se prevê um aumento de 5% da procura até 2030. Mais, há um crescente investimento, a nível mundial, na energia renovável, atingindo a fasquia de 70% da “nova” energia. E isto tem um enorme impacto no negócio. Não só a nível da infra-estrutura, com o aparecimento de micro-grids, como também no próprio trabalho diário dos CIOS, que terão de se preocupar com temas novos, como a cybersegurança. Por outro lado o aumento da concorrência vai, provavelmente, ter consequências ao nível da diminuição das margens.

Por outras palavras, as ferramentas de previsão, de análise de dados e de auxílio à tomada de decisão ganham uma importância primordial. Não só para manter os clientes (e conquistar novos) mas, igualmente, para as empresas conseguirem reagir à concorrência e às flutuações do mercado.

Foi a pensar nestas (e muitos outras) questões relacionadas com o tema, que o SAS organizou, em Lisboa, em Março deste ano, o Energy Summit. Foi um encontro internacional que reuniu especialistas e clientes provenientes de 17 países diferentes e que partilharam insights, experiências e debateram o futuro da indústria.

O sucesso do evento ditou a sua repetição. A data do novo Energy Summit será revelada em breve sendo que se prevê que ocorra em Março, e novamente em Portugal.

Saber mais sobre as Soluções SAS para Utilities.

 

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