Cibersegurança: “O” tema quente do SAS Global Forum 2015

cibersegurançaTodos os anos milhares de especialistas reúnem-se para debater as analíticas e a forma como os negócios podem evoluir e melhorar. É o evento global do SAS, o SAS Global Forum 2015. Este ano o tema um dos temas quentes do evento foi a cibersegurança. Mas numa perspectiva muito específica. O objectivo era perceber (e comunicar) de que forma o Big Data pode e deve ser usado não só como forma de combater os ciber ataques mas igualmente como ferramenta preventiva na detecção e luta contra a fraude financeira.

Este é um assunto que tem despertado cada vez mais interesse. Mesmo porque o número e variedade de ataques tem vindo a aumentar. E a mudança no comportamento do consumidor, com consequente adaptação do modelo de negocio por parte das empresas tem levado à existência de novas brechas na segurança informática.

E não se trata apenas de algo que deva preocupar as instituições financeiras, embora seja natural que estas sejam das primeira entidades a adoptar novas formas de combate. Trata-se de um problema global. O que levou o SAS a solicitar à IDC um extenso estudo sobre o tema: Big Data and Predictive Analytics: On the Cybersecurity Frontline. E os resultados foram assustadores. Cerca de 35% de todos os ciberataques não são detectados.

As organizações precisam de mudar a sua abordagem à segurança informática. Passar a ter estratégias proactivas em vez de “simplesmente” reagirem a um ataque.  Mas uma abordagem de cibersegurança implica monitorização constante, de forma a detectar actividade suspeita.

E foi com base nos dados obtidos pelo estudo que o SAS desenvolveu a sua nova solução, apresentada no SAS Global Forum, em Dallas: a plataforma SAS Cybersecurity e que estará no mercado no terceiro trimestre deste ano.

“O SAS Cybersecurity analisa e correlaciona biliões de transacções diárias, num contexto de informação de negocio, e através das organizações. É o caso dos activos, do papel funcional do negocio e os alertas de segurança existentes”, referiu em comunicado o SAS, acrescentando que a plataforma “optimiza, e (de seguida) analiza os dados, em tempo real, de forma a obter uma visão, contínua, dos riscos de segurança activos. Esta visão abrangente da actividade anormal ajuda as orgamizações a manter a sua vantagem ‘informativa’ sobre os atacantes”.

E tudo isto se processa através da combinação de ferramentas já existentes, nomeadamente o Big Data e as analíticas, que ganham agora uma nova utilização.

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Pode também assistir aos vídeos sobre cibersegurança: Live Report – Stu Bradley / Cyber Security & FraudSAS Tech Talk – SAS Cybersecurity.

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