Estudo sobre a utilização e necessidade de uma Plataforma Analítica

As analíticas vão ser imprescindíveis no futuro. Está é a opinião generalizada da maioria dos gestores.
No entanto um estudo levado a cabo pelo SAS sobre Plataforma Analítica – “Here and Now: the need for an analytics platform”, revelou que apenas 35% está efectivamente com projectos de implementação ao nível corporativo. Isto indica que, apesar do valor acrescentado das analíticas já ser reconhecido ao nível do poder de decisão ainda não “chegou” à parte operacional.

Entre as vantagens da implementação de uma plataforma analítica o destaque vai para uma melhoria na integração dos dados assim como a escalabilidade, simplificação, assertividade e acesso a informação útil, leia-se, conhecimento relevante. Este é o principal resultado da utilização das analíticas para 72% dos inquiridos.

De realçar também do estudo que, se é praticamente consensual o papel importante desempenhado pela analítica nas organizações, a forma como esta é implementada varia. Há quem a use de forma isolada ou tática (17%)  ou quem opte por uma integração estratégia na organização(39%). O certo é que ainda há desafios a ultrapassar, nomeadamente os relacionados com a gestão e governação dos dados. A isso junta-se a percepção do que é uma plataforma analítica. Para 61% dos inquiridos trata-se de «algo» utilizado para extrair informações de dados e 51% refere que é uma forma de integrar/centralizar os dados numa framework. Ou seja, ainda há algum desconhecimento sobre o que é exactamente uma plataforma analítica, as suas vantagens e qual o Impacto na estrutura das organizações.

O certo é que, independentemente do grau ou forma de utilização das analíticas, a opinião que começa a ser generalizada é a de que estas potenciam a inovação dentro das organizações. 18% acredita piamente nesta afirmação e 42% começam a ficar convencidos versus 5% que desaprova totalmente.

Nota: os dados apresentados no estudo resultam de um inquérito feito em duas fases. A primeira consistiu em entrevistas aprofundadas a 132 empresas e organizações governamentais, às quais foram colocadas 15 questões. Na segunda fase consistiu num questionário online a nível global, que obteve 477 participantes qualificados, que responderam a 26 questões.

Pode ler o estudo gratuito e completo AQUI.

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