IoT nas utilities

IoTO mundo caminha para um cenário onde todos (ou quase todos) os equipamentos estão interligados. No caso das utilities isso passa por medidores inteligentes, turbinas complexas de combustão, entre muitas outras possibilidades. Será isto que impulsionará a utilização da Internet das Coisas (IoT) nas utilities?

Todas as mudanças (as já verificadas e as que se antevêem) obrigam a uma maior necessidade, por parte das empresas, de identificação de tendências e de problemas/desafios de segurança. Uma infra-estrutura complexa e interligada obriga a uma atenção redobrada. Que pode, e deve, ser feita através da utilização de ferramentas avançadas de análise de dados. Estas não só ajudam na chamada manutenção da infra-estrutura, como podem evitar (ou atenuar) os chamados custos de litigação, relacionados com impactos ambientais ou problemas nos activos. Sem esquecer o impacto, positivo, em termos da satisfação do cliente.

Mas como é que se consegue isso? Dando sentido aos dados disponibilizados. Ao conseguir recolher, trabalhar e obter informação dos dados fornecidos pelos milhares de sensores inteligentes, instalados na infra-estrutura e nos dispositivos. Dados que por si só, são apenas ruído. O truque está em saber filtrá-los, trabalhá-los e extrair informação útil. Seja através da detecção de tendências de consumo ou da antevisão de possíveis reparações na infra-estrutura.

Ao utilizar ferramentas de análise de dados as empresas conseguem ter um vislumbre do futuro e, assim, estar em melhor posição para avaliar as acções necessárias para optimizar a qualidade e segurança da rede.

“Os sensores são o mapa de ADN que permitirão que ‘coisas’ não relacionadas conversem através do recurso a microprocessadores incorporados. O resultado será uma plataforma distribuída inteligente com progressivamente mais inteligência nas premissas, quer na subestação quer no hub central.”

Jason Handley, Diretor de Tecnologia e Operações de Rede Inteligente na Duke Energy **

Para quem se preocupa com segurança a capacidade de controlo remoto pode causar alguma confusão. Pelo menos até perceber que há todo um conjunto de operações que terão sempre, obrigatoriamente, intervenção humana. A grande vantagem da utilização da IoT nas redes energéticas prende-se com um maior grau de vigilância. Para industrias com uma utilização intensiva dos activos o conseguir detectar, com (alguma) antecedência potenciais problemas ou situações com mudanças nas das condições dos activos pode ter (na verdade têm obrigatoriamente) impacto directo nos custos operacionais. Tem dúvida?

Considere as vantagens:

  • Detectar de tendências de problemas à medida que acontecem com a vantagem de conseguir identificar, proactivamente, a causas
  • Operar de forma mais eficiente, através do recurso a filtros das informações não relacionadas e do foco em informações que realmente importam
  • Responder às condições de produção em tempo real e à qualidade do armazenamento manufacturado
  • Prever eventos eminentes, através da identificação das condições em tempo real que representem riscos para a fiabilidade e segurança da rede

É incontornável. As redes do futuro serão mais inteligentes, estarão interligadas e cabe às empresas conseguir trabalhar os dados disponibilizados de forma a conseguir optimizar recursos que serão cada vez mais escassos (apesar de ricos). Cabe aos executivos utilizar as ferramentas ao seu dispor para conseguir optimizar activos e processos. Porque será isso que fará a diferença.

Pode obter mais informações sobre o impacto da utilização de ferramentas de análise de dados e a Internet das Coisas no sector das utilities AQUI.

 

 

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