Montepio: quando 1+1 = mais autonomia

Pedro Fernandes - Montepio BI 1Tomar a decisão certa no momento certo nunca foi tão importante como hoje. Principalmente se falarmos do sector tão complexo e concorrencial como a banca. Razão mais do que suficiente para que o Montepio decidisse avançar com a aquisição e implementação de uma solução de Business Intelligence.

O objectivo estabelecido era “simples”: permitir que as diferentes áreas de negócio acedessem, de forma estruturada e transversal, à informação necessária ao desenvolvimento do seu trabalho. Depois de analisadas as soluções disponíveis no mercado o Montepio optou pela SAS Enterprise Business Intelligence. A justificativa? A solução não só “facultou uma visão completa e mais integrada dos dados, como permitiu também aplicar esse conhecimento na tomada de decisões estratégicas”.

Mas essa não foi a única aposta do banco. Simultaneamente o Montepio investiu no SAS Banking Analytics Architecture. A combinação das duas soluções permite que se desenvolvam “soluções analíticas baseadas em conceitos de negócio”.

Convém mencionar o perfil específico do Montepio. Um banco com uma cultura familiar e que aposta na proximidade com os seus clientes. Que tem uma rede de balcões espalhada pelo país e que conta igualmente com uma presença internacional.

E foi o crescimento do negócio, com algumas áreas a adquirirem uma dimensão “considerável” que fez com que o Montepio sentisse a necessidade de trabalhar a informação recebida, de uma forma mais “proveitosa”.

“O desafio de negócio do Montepio foi criar uma área focada em Business Intelligence que respondesse, de forma transversal e consolidada, com toda a informação necessária para as atividades das diferentes áreas de negócio, num contexto de oportunidade, conteúdo e forma adequado a cada área”, afirmou Pedro Fernandes, Coordenador do Núcleo de Informação de Gestão do Montepio.

A solução para o problema/desafio foi obtida em várias fases. Inicialmente optou-se pela solução SAS Enterprise Business Intelligence. Já instalada, a principal razão para a sua escolha deveu-se à necessidade de desenvolvimento das directivas do acordo Basileia II, algo que obrigou as “instituições financeiras a melhorar e sofisticar, a nível interno, as suas técnicas de análise e avaliação de risco”.

Com um “dois em um” a solução SAS Enterprise Business Intelligence não só permitiu que o Montepio cumprisse as directivas da EU em relação à Basileia II como passou a “a reunir, armazenar e analisar a informação numa perspetiva de exploração livre (Adhoc) do utilizador, implementou novos padrões e estruturas de trabalho de grande proveito para o crescimento do negócio, tomadas de decisão e até para a gestão do relacionamento com os clientes”.

O resultado final não poderia ser mais satisfatório. Pelo menos é a opinião de Pedro Fernandes, que afirma que “os benefícios para o negócio foram evidentes em termos da autonomia que foi criada às áreas para o desenvolvimento do seu trabalho e também na consolidação da informação que passaram a receber”. E há formas quantitativas de provar isso. “A qualidade da informação melhorou consideravelmente, passando a ser mais consistente e mais sincronizada”.

E foi precisamente os bons resultados que fizeram com que o Montepio quisesse ir mais longe. A ser mais ambicioso. E assim decidiu implementar a solução de Banking Analytics Architecture do SAS. Esta foi utilizada, de forma transversal, para que “todas as áreas da Caixa Económica assentassem e pedissem informação a essa nova infra-estrutura”, explicou o Coordenador do Núcleo de Informação de Gestão do Montepio.

Esta “adição” trouxe vantagens adicionais às já obtidas pela utilização do SAS Enterprise Business Intelligence. A combinação das duas soluções permite, agora, que o banco tenha uma “visão completa e integrada de todos os dados que possuí, provenientes de todas as áreas da Caixa Económica, podendo com base nisso tomar decisões de forma sustentada”. Mais ainda. Adicionalmente o Montepio adquiriu capacidades para desenvolver “o que nós apelidamos de ‘soluções analíticas’ ou ‘soluções verticais’ que servem diferentes áreas com necessidades específicas”.

Isto acontece porque “são soluções que não se baseiam só em informação”, explica Pedro Fernandes, acrescentando que estas “permitem embeber funções analíticas nos processos de negócio das áreas, em alguns casos de forma autónoma pelo próprio utilizador”. Por outras palavras, a grande vantagem (ou uma das) reside na liberdade que confere ao utilizador.

Mais informações e a História de Sucesso do Montepio, Aqui.

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