Porque o Big Data exige uma diferente Governação de Dados

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Para os responsáveis políticos e gestores de topo, os dados tornaram-se, definitivamente, numa ferramenta estratégica de negócios. O Big Data já não é uma tendência, mas tem um grande impacto nas organizações. E, quando mais poderosa é a tecnologia maior o enfase que deveremos colocar na sua governação. A esse respeito o Big Data apresenta um novo desafio.

O Big Data envolve muitas (novas) fontes de dados internas e externas, dando às organizações a oportunidade de usar dados como novas formas de ganhar vantagem competitiva. Um exemplo dessas novas fontes de dados são os dados não estruturados, como os documentos de Word, emails e gravações de conversas telefónicas que no passado não eram “analisáveis”. Além disso, temos ainda os dados provenientes das redes sociais e aplicações com fluxos de dados em tempo real, como sensores e mediadores inteligentes inseridos na Internet das Coisas.

Decisões

O Big Data conduz, inevitavelmente, a uma mudança na forma como as organizações lidam com os dados. Novas fontes de dados criam mais possibilidades ao mesmo tempo que obrigam os departamentos a trabalhar de novas maneiras. E mais dados não significa, por definição, melhores decisões. Na verdade, o Big Data exige que as organizações optem por novas estratégias de gestão e de governação de dados.

Sem um sólido programa de governação de dados – um que salvaguarde coisas como a qualidade dos dados, o significado dos dados e as regras/responsabilidades relacionadas com os dados – o Big Data pode não ser adequado aos objectivos que a organização pretende alcançar. Nesses casos é pior uma decisão baseada nos terabytes de maus dados do que uma baseada num pequeno conjunto de dados incorrectos.

Uma lição para a governação do Big Data 

Ao empreender iniciativas de Big Data as organizações podem aprender com as lições da governação de dados e com as recomendações dos early adopters. Nesse sentido, é importante incluir, desde o início, aspectos de governação de dados, não só para abordar imediatamente os temas da segurança e da privacidade, mas também assegurar que a relevância dos dados é compreendida e que os conhecimentos ganhos, como parte do processo analítico, são convertidos em melhores decisões.

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